» » » Pizzolato diz que "prefere morrer" a cumprir pena no Brasil

O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, afirmou nesta segunda-feira (04) ao senador italiano Carlo Giovanardi que "prefere morrer a descontar a pena por anos em uma penitenciária do Brasil".

Giovanardi, que é o chefe do partido Área Popular na Comissão de Justiça do Senado, teve uma reunião com o brasileiro e seu advogado, Alessandro Sivelli, e divulgou uma nota explicando os temas debatidos entre eles.


O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, afirmou nesta segunda-feira (04) ao senador italiano Carlo Giovanardi que "prefere morrer a descontar a pena por anos em uma penitenciária do Brasil".

Giovanardi, que é o chefe do partido Área Popular na Comissão de Justiça do Senado, teve uma reunião com o brasileiro e seu advogado, Alessandro Sivelli, e divulgou uma nota explicando os temas debatidos entre eles.

O caso 

No dia 24 de abril, o ministro Andrea Orlando deu um parecer favorável à extradição do ex-diretor do Banco do Brasil.

Pizzolato, que possui também cidadania italiana, foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão no processo do Mensalão, mas fugiu para a Itália com um passaporte falso. Ele acabou sendo detido em fevereiro de 2014, em Maranello, por portar os documentos de seu irmão, que havia falecido em 1978.

A decisão de Orlando veio de encontro com o veredicto da Corte de Cassação de Roma, em fevereiro, que reverteu uma decisão do Tribunal de Bolonha e autorizou a extradição. Na primeira sentença, a vinda do ex-diretor ao país tinha sido negada sob argumento de que os presídios nacionais não têm condições de manter a integridade física de Pizzolato.

IG

Postador Leonardo Moreira

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