» » » Prefeitura de BH divulgou que procedimentos para armamento de guardas municipais seguem cronograma

Servidores da Guarda Municipal entraram em greve nesta terça-feira. Principal reivindicação é garantir porte de arma aos guardas

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) divulgou uma nota na tarde desta terça-feira em que diz que os procedimentos necessários para o armamento institucional da Guarda Municipal estão sendo adotados conforme um cronograma. A categoria decidiu entrar em greve nesta manhã durante uma assembleia na Praça da Estação.

A principal reivindicação dos servidores é em relação ao armamento. Segundo a administração municipal, os recursos orçamentários já estão garantidos e todos os procedimentos necessários para a capacitação dos agentes e autorização para porte e utilização de armamento institucional estão sendo adotados de forma gradual. Veja as datas:




O presidente dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), Israel Arimar compara o papel da guarda ao da Polícia Militar. “A guarda tem o mesmo papel da Polícia Militar, só que a prefeitura fez um compromisso para armar grande parte da guarda e até agora não temos nenhuma definição. Então, decretamos uma greve de advertência”, explica.

A categoria prevê novas manifestações para os próximos dias. Nesta quarta-feira, os servidores se concentram a partir das 6h30 em frente a sede da Guarda Municipal na Avenida dos Andradas. De lá, seguirão em passeata até a Rodoviária de Belo Horizonte. Na quinta-feira, será realizada uma assembleia às 9h em frente à prefeitura.

Na nota divulgada nesta tarde, a PBH diz ainda que está aberta ao diálogo e buscará o entendimento entre as partes para que a categoria seja, dentro das possibilidades, atendida em seu pleito e para que a população continue a contar com os serviços prestados pela Guarda Municipal.

Guardas Municipais de BH entraram em greve hoje (05)

Os guardas municipais de Belo Horizonte entraram de greve, na manhã desta terça-feira (5). 
A categoria realizou uma assembleia, na praça da Estação, no centro da capital e votou por paralisar as atividades.

A intenção é que a prefeitura aprove o armamento dos guardas. "A guarda hoje tem a mesma função que o policial militar, a diferença é que o policial trabalha armado e guarda só com a teaser. Diante dessa indefinição da prefeitura sobre o início do treinamento e de armar a corporação, deliberamos pela greve hoje", explicou Israel Arimar, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel).

Os servidores fizeram passeata da praça da Estação para a sede da guarda, na avenida dos Andradas, segundo o Sindibel. O trânsito ficou lento na avenida dos Andradas, no sentido rodoviária, conforme a assessoria da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte, e também no sentido hospitais.

Ainda, de acordo com o sindicato, 600 guardas participaram da assembleia nesta terça e a adesão à greve já é de 30%, de um total de 2.100 servidores na capital. Nesta quarta e quinta-feira, os guardas farão passeatas e aguardam uma posição da prefeitura.

Desde sua formação, em 2003, a GMBH solicita que os guardas tenham porte de arma, e em 2005 a prefeitura chegou a comprar 500 armas, que atualmente estão guardadas em um deposito da Polícia Militar.

Com informações portal O tempo e Uai

Postador Leonardo Moreira

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